Marcos Facó - É um projeto que acabou de começar, não temos resultados a informar, porque implantamos agora. É uma versão beta no LinkedIn, no qual ele convidou algumas empresas para iniciarem esse projeto e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi uma das escolhidas para atuar, diante do nosso histórico com propects e alunos. Tudo é vídeo hoje em dia e o LinkedIn estava em desvantagem, porque não oferecia essa solução para os usuários. Agora no primeiro semestre devemos ver as novidades chegarem a todos.
Hoje em dia, estamos na era da informação e da conexão. Quanto mais as pessoas estão conectadas, mais as empresas e empreendedores estão competindo pela atenção delas, e isso pode gerar uma grande onda de informações ao mesmo tempo e que, infelizmente, grande parte das pessoas irão apenas ignorar. Pense só, quantos e-mails de marketing você recebeu na última semana e quantos você leu com atenção? É por isso que, se a sua agência quer se destacar, é preciso inovar em serviços de marketing digital.
Hola Francisco, efectivamente, es un buen libro, lo que pasa es que este post se centra en las publicaciones de 2015 y este que comentas tiene un par de años ya. En todo caso, sí que Kiyosaki ha publicado a principios de 2015 un libro, Second Chance, pero va un poco por la cola que ha dejado Rich Dad Poor Dad y por temática no encajaba en este artículo. Muchas gracias por tu comentario. Un saludo

Já há algum tempo os vídeos são as grandes estrelas da internet. Sejam os de comédia ou sobre algo mais sério, todo o mundo os assiste. E os assiste com frequência e regularmente. E se existe um público tão grande e sedento por vídeos na internet, por que não os utilizar como ferramenta de conteúdo? Esta pergunta já foi feita, na verdade, e respondida por grandes empresas que obtiveram excelentes resultados produzindo vídeo marketing.
Mais de 160 milhões de brasileiros assistem a centenas de milhões de vídeos na internet todos os meses, a grande maioria via Youtube e Facebook. Uma oportunidade valiosa que não passaria em branco aos olhos de empresas de impacto no Brasil e no mundo, sejam pequenas, médias ou grandes. Para tirar proveito desse gigantesco potencial ganhou força nos últimos anos o Video Marketing.
As redes sociais ocupam uma grande parcela da internet. Muitos usuários consomem notícias e conteúdos através de posts. Vídeos compartilhados em plataformas como Facebook, Instagram, LinkedIn, YouTube, entre outras, de muito se diferenciam do video marketing. Estamos diante de uma nova era, a era do Social Video Marketing. Vídeos pensados para as redes sociais, seja no seu formato, duração, tema e abordagem, ganham muito mais destaque.
“Até mesmo nanofísicos precisam se divertir um pouco” é a descrição explicando que, para fazer o vídeo, “os pesquisadores da IBM usaram um microscópio de tunelamento com varredura para mover milhares de moléculas de monóxido de carbono; tudo para conseguir fazer um filme tão pequeno que pudesse ser visto apenas ao ser ampliado 100 milhões de vezes”. O filme tem o título do Guinness World Records™ de Menor Filme em Stop-Motion do Mundo.
Marcos Facó - O vídeo hoje é o carro-chefe. É preciso se atentar a algumas questões que são os três "S" e um "V". O primeiro é Short - o Millennial não quer coisas longas, o conteúdp precisa ser curto e dinâmico. O segundo é Simple - uma apresentação simples, sem complexidades. É preciso fazer a leitura para as pessoas, como é o caso do Bitcoim. Não é contar o que é e sim como funciona. O terceiro é Social - o seu conteúdo precisa ser social e compartilhável. Precisa ter um pingo de viralização. O outro ponto é Visual - um apelo visual para que a pessoa se interesse por ele. O SSSV é a tendência e recomendação para quem quer trabalhar com estratégia em vídeo.
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